É  cada vez mais comum ouvir nos grandes centros urbanos que a área verde está diminuindo. No entanto, cabe entender, a princípio, o conceito de fato.

Área verde urbana é toda aquela em que há predomínio da vegetação arbórea. Estão, obrigatoriamente, inseridas na cidade. Praças, jardins e parques são alguns exemplos. Espaço livre, entretanto,  tem diferente significação. Abrange um maior número de locais, pois a vegetação em questão, está situada em grandes espaços parcialmente ou integralmente implantados nos centros urbanos.

São Paulo apresenta 248.209,426 m2, deste apenas 45.258.909 m2 correspondem as áreas verdes. São 34 parques, 2785 praças e 710 áreas jardinadas. (Dados: www.prefeitura.sp.gov.br).

Apesar disso, ainda conhecemos apenas o Parque Ibirapuera, Villa Lobos, Aclimação. As praças, muitas vezes, são lugares invisíveis, que passam desapercebidos. Os canteiros, que são 759 na cidade, encontram-se em condições precárias, abandonados.

A preservação e a manutenção do espaço livre não depende só do governo, parte dele a utilização de verbas para a melhoria destas áreas. No entanto, a população é a principal responsável por elas. Não cabe apenas um cuidado da prefeitura se as pessoas não ajudarem a cuidar e continuarem com os mesmo hábitos antiverdes. Conscientização vem, primeiramente, da família e da escola, depois o governo. Não quero aqui tirar a responsabilidades dos governantes não, mas quero alertar que não são os únicos agentes com ação em uma sociedade.

LEIA o texto escrito por Humberto Maia Junior, colaborador do Estado de S. Paulo, a respeito dos impactos nas áreas verdes causados pela urbanização crescente nas cidades. Link:http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20071214/not

Um Abraço – Bruno García